Introdução a Cibernegócios

Autora: Karen Reis

Extraído do artigo: “Cibernegócios – Pensou em negócios na rede, pensou Ciber”

Apresentação

Convido todos os leitores (profissionais, executivos, especialistas, universitários, pesquisadores, mestres, doutores, teóricos, professores, pessoas de diversas áreas do conhecimento, em especial profissionais que atuam nos segmentos industriais) a participar, dialogar, discutir e criticar este artigo. Este trabalho foi feito para vocês!

Este artigo, intitulado “Cibernegócios – Pensou em negócios na rede, pensou Ciber”, propõe apresentar uma visão geral de como as empresas estão lidando com todo o aparato tecnológico e com as mudanças substanciais da nova economia – a economia em rede e móvel. O tema será tratado em cinco tópicos. O primeiro a ser abordado é o aspecto da “Tecnologia da Informação: um ativo intangível” e como a Governança e o Compliance criam valor não somente nos processos operacionais, mas também como fontes maximizadoras de objetivos de estratégia competitiva.

No segundo tópico, teremos em discussão o e-Business como plataforma de negócios para empresas de diversas naturezas de relacionamento, com o objetivo de evidenciar como o e-Business e os e-Marketplaces podem minimizar os efeitos flutuantes da demanda de produtos na cadeia de valor.

O terceiro tópico, “m-Business: mobilidade para cadeia de valor”, relaciona as práticas do e-Business com o uso da mobilidade como geração de uma nova economia conectada e desterritorializada.

Já quarto tópico, “s-Commerce: a nova forma de fazer negócios e estabelecer relacionamentos”, aponta como as redes sociais e a comunicação eficaz traz para as empresas resultados e fatos reais do comportamento da cadeia de valor com diferentes interfaces de interatividade.

Por fim, no quinto tópico teremos o “Blog Corporativo”: uma imersão em vários cases evidenciando como o uso do blog e dos microblogs pelas empresas podem gerar negócios de forma direta ou indireta.

Antes de começar a deslanchar o tema cibernegócios, vamos introduzir um panorama 360° de conceitos e novas tendências para um futuro não tão distante.

O advento da internet, do ciberespaço e a imersão em novas tecnologias, dentre elas o uso de computação móvel em dispositivos móveis, trouxeram a possibilidade das empresas usufruírem de uma rede social, construindo nichos com necessidades diferentes e, consequentemente, estabelecendo estratégias competitivas em mercados muitas vezes inexplorados ou mal explorados.

Antes de adentrarmos em questões ciber, começaremos a definir o conceito de espaço, que há algum tempo tem sido palco de muitas discussões em várias ciências: cosmologia, física, matemática, filosofia, teologia, psicologia, sociologia, arte, semiótica. O assunto não poderia faltar na ciência da tecnologia. O que podemos dizer do espaço? É infinito e ilimitado. O espaço nasce, cresce e prolifera. As novas tecnologias e sistemas modificam a antiga trajetória da evolução territorial e introduzem novas lógicas, como as tecnologias inseridas na internet. SANTAELLA (2003)

Historicamente, desde o seu nascimento pelas necessidades de defesa geradas pela Guerra Fria, o computador demonstrava um potencial de estabelecer comunicação, já que a informação passou a existir na forma de um movimento contínuo, capaz de sair do computador e se expandir em uma rede de transmissão. Foi nesse período que se desenvolveu o Semi Automatic Ground Environment (SAGE), a primeira rede de informática em escala nacional; posteriormente, no âmbito universitário e militar, foi criada a Advanced Research Projects Agency Network (ARPANET), a ancestral da internet.

A internet desenvolveu-se no final dos anos de 1960, a partir da interação entre pesquisa científica fundamental e programas militares, porém foi lançada comercialmente em 1995, quando surgiram os primeiros provedores comerciais.

O início da implementação da internet no Brasil foi a partir de 1987. Em 1988, com o apoio da FAPESP, as universidades paulistas passaram a se comunicar por meio da Academic Network at São Paulo (ANSP) para fins de pesquisa, e a partir de 1995, a internet foi aberta para exploração comercial. FONTES (2001)

O boom aconteceu somente quatro anos depois, com a explosão de grandes portais como UOL (1996), Zaz/Terra (1996/1999), IG (2000) e Globo (2000). De acordo com a pesquisa sobre análise de usuários de internet no Brasil, realizada pelo IBOPE/NetRatings em julho de 2009, o número de internautas residenciais ativos é 36,4 milhões., Esse número pode chegar a 44,5 milhões de usuários, se considerarmos pessoas com acesso à internet a partir de qualquer tipo de ambiente: residência, trabalho, escola, cybercafé, biblioteca.

A pesquisa demonstra que o brasileiro navega na internet 71 horas e 30 minutos/mês. Em 2008, esse número estava em 48 horas/mês. Os motivos são muitos para explicar esse fenômeno de crescimento, dentre eles, podemos destacar a acessibilidade: todo lugar é possível acessar a rede de computadores mesmo que seja discada; o viral das redes sociais, como Orkut e Twitter; e não podemos esquecer dos dispositivos móveis – smartphones, cuja infinidade de recursos o torna um verdadeiro computador de bolso.

Antes de prosseguirmos, farei uma breve conceituação sobre “internet”. Afinal, a internet é uma rede de computadores interligados por meio do padrão aberto (não depende de nenhum fabricante) TCP/IP (Transmission Control Protocol/Internet Protocol). Compõe-se de diferentes recursos que possibilitam a comunicação e o envio de dados entre os computadores de uma rede. Esses recursos, os protocolos de aplicação, são conhecidos como ferramentas e serviços. FONTES (2001)

Há uma dúvida que sempre paira nas mentes dos internautas em geral: existem diferenças entre internet e ciberespaço, já que até este ponto discutimos somente conceituação técnica sobre a internet? Embora o termo ciberespaço tenha surgido com a explosão da internet, ambas as palavras não podem ser tratadas como sinônimos. SANTAELLA (2007:179)

Para ciberespaço, aqui se valerá a conceituação de LÉVY (1999:17): “O ciberespaço é o novo meio de comunicação que surge da interconexão mundial de computadores.” O termo especifica não apenas a infraestrutura material de comunicação digital, mas também o universo oceânico de informações que ele abriga, assim como os seres humanos que navegam e alimentam esse serviço.

Você deve estar se perguntando: Como surgiu o termo ciberespaço? Parece ter um tom de ficção científica, não dá para imaginar esse termo no meu dia-a-dia, não é mesmo? Resgatarei um breve fato histórico: no início da década de 1980, o escritor americano William Gibson inventou o termo ciberespaço para se referir ao ambiente virtual criado pelas redes de computadores. Dois anos depois, publicou seu romance de estreia, Neuromancer, que influenciou a trilogia Matrix e se tornou o trabalho mais conhecido do subgênero da ficção científica, chamado de cyberpunk. FERNANDES (2006)

De acordo com LEÃO (2004:9), o ciberespaço é camaleônico, elástico, ubíquo e irreversível, e não se reduz a definições rápidas. Engloba a tríplice: as redes de computadores interligadas no planeta (incluindo seus documentos, programas e dados); as pessoas, grupos e instituições que participam dessa interconectividade; e, finalmente, o espaço (virtual, social, informacional, cultural e comunitário) que emerge das inter-relações homens-documentos-máquinas.

De acordo com a conceituação de LÉVY de que o ciberespaço é “o novo meio de comunicação que surge da interconexão mundial de computadores”, seria possível identificar a internet como este novo meio e estabelecer que “internet” e “ciberespaço” são sinônimos. Mas, como se pode ver, também para Lévy (1999:32), existe uma fundamental diferença a ser considerada: “As tecnologias digitais surgiram, então, como a infraestrutura do ciberespaço, novo espaço de comunicação de sociabilidade, de organização e de transação, mas também novo mercado de informação e do conhecimento.”

LÉVY (1999:29) alerta que o ciberespaço fornece suporte e expansão à inteligência coletiva; isso não significa que seja sua fonte de desenvolvimento, mas que propicia o seu próprio desenvolvimento. Além disso, nos casos de desenvolvimento e processos de inteligência coletiva, seu principal efeito é o de acelerar cada vez mais o ritmo da alteração tecnossocial, o que torna ainda mais necessária a participação ativa da cibercultura e, consequentemente, abre espaço para novas derivações do estado “ciber” de viver, ou seja, o mundo digital como extensão do mundo real.

Todavia, em um contexto de sociedade, o mundo dos negócios caminha junto com todas essas transformações sócios-culturais-econômicas, com um desafio de gestão das novas tecnologias e da informação que circula e flui pela rede.

Na era da conexão, da mobilidade, do acesso sem fio, a troca de informações envolve cada vez mais os cibernautas, cada um com seus interesses pessoais e/ou profissionais.

Cibernauta? Sim, cibernauta. Por que cibernauta? Contextualizando: a internet é a infraestutura digital; eu, você e outros seres humanos não podemos nos considerar infraestrutura, então não somos internautas, somos cibernautas, participamos ativamente do ciberespaço, independentemente dos dispositivos digitais. Concorda? Se não, essa será uma nova roda de discussões.

No início do século XXI, surge a nova fase da sociedade da informação como um todo. Alguns intitulam como web 2.0 ou web 3.0. Ao meu ver, essas nomenclaturas estão equivocadas, porque não está envolvido somente infraestrutura e, sim, uma sociedade ativa e reativa a todos esses dispositivos, em especial a atenção a tecnologias móveis, que possibilitam criar fenômenos desreterritorializantes a partir da interface entre o espaço físico e o digital, alterando a dinâmica de viver e conviver em ambientes públicos e privados com apenas um toque.

São muitos os recursos que as tecnologias móveis movimentam diariamente em nossas vidas. Para LEÃO (2004 apud LEMOS 2004), a era da conexão é a era da mobilidade. As novas formas de comunicação sem fio estão redefinindo o uso do espaço de lugar e dos espaços de fluxos. Na sociedade contemporânea, o agente dessa comunicação está em um processo de territorialização e desterritorialização; reconfiguração de espaços e necessidades urbanas; e de constituição de uma sociologia da mobilidade.

Tanto LEMOS quanto outros autores mencionados por ele em sua pesquisa, como CASTELLS (2007), GRAHAM, MARVIN (1996), WHEELER, AOYAMA (2000), dentre outros, apontam a relação direta entre mobilidade e desterritorialização.

As tecnologias de comunicação móveis são tidas como desterritorializantes, instituintes de processos nômades, justamente por criar deslocamentos de corpos e informação. O nômade é o desterritorializado absoluto.

Essas tecnologias móveis permitem exercer um maior controle sobre o espaço e o tempo, agindo também como ferramentas de territorialização. Por instituir formas de controle, por meio de uma justaposição do espaço eletrônico e físico, tecnologias móveis criam territorializações e controles informacionais, podendo ou não criar procedimentos nômades. Refletiremos os exemplos de LEMOS:

⎫Um executivo que viaja constantemente está em mobilidade, mas controlado pelo seu celular, pelo seu laptop ligado à internet, pelos percursos pré-determinados. Ele está em mobilidade, mas não é um nômade, já que é territorializado, controlado e controlador do fluxo de matéria e informação.

⎫Um cibernauta, por outro lado, que se tranca em seu quarto e navega por horas por informações mundiais, sem percurso pré-definido, vivencia processos nômades, desterritorializantes, sem sair do lugar.

⎫Um usuário de telefone celular, que se desloca em um espaço desconhecido e acessa um banco de dados, está em movimento, mas territorializado pelo controle informacional do espaço físico e eletrônico. Ele não é um nômade.

Os exemplos acima mostram como as tecnologias digitais podem ser agentes de territorialização e controle, assim como de desterritorialização e de diminuição de hierarquias, aumentando mobilidades, instituindo formas nômades. O importante é frisar que as tecnologias da cibercultura, principalmente as móveis, podem criar processos desterritorializantes, mas esses não estão garantidos pelo simples uso.

No meio empresarial, os smartphones ganham cada vez mais espaço. Uma entrevista postada no TerraTV em 14 de julho de 2007, com Adriano Lino da Blackberry, lembra que o mercado de smartphone no Brasil representa 5% do mercado de móbile, entretanto, quando o mercado de smartphone começou em 2007/2008, tínhamos 16 milhões de aparelhos em toda América Latina. Parece pouco, não é? Mas se consideramos que levamos 15 anos para termos o mesmo montante para PC, não há dúvidas de que é um mercado de exponencial crescimento não só no Brasil, mas no mundo todo.

Os motores para essa previsão não se limitam somente à troca de mensagens por e-mails, mas pelo significado desse dispositivo na vida do cibernauta.

Os smartphones já começam a ser enxergados como multiplicadores da produtividade, cujo ganho é estimado em 20%. Não é por menos, com ele é possível se logar em qualquer lugar, estar/sentir-se presente em uma rede social. Adriano Lino ressalta que a própria Blackberry possui 29 milhões de usuários e que, desses, 16 milhões acessam o Facebook regurlamente.

A tecnologia está cada vez mais presente na vida dos executivos e funcionários de campo (representantes, vendedores, pesquisadores). Tudo começou com o computador no escritório, avançou mais um pouco com o celular e chegou aosmartphone. Essas tecnologias móveis possuem seus e-mails, contatos e calendários sincronizados com os servidores corporativos. Dessa forma, o processo decisório é otimizado e as informações fluem mais rapidamente.

Para SANTAELLA (2007:238), os celulares são tidos como recursos de conexão permanente. O indivíduo torna- se disponível o tempo todo, seja onde estiver e a hora que for. Estar sempre ao alcance para todos também significa ser sempre detectável, o que torna o indivíduo mais visível para as organizações de negócios, tendo muitas vezes sua privacidade invadida.

As empresas possuem aplicações e dispositivos móveis (celulares e smartphones) que interagem com os sistemas de ERP e Supply Chain de maneira automática, atualizando e consolidando informações rapidamente e permitindo, como exemplo, dinamizar o processo de visitação nos pontos de venda.

Em suma, as novas tecnologias começaram a descentralizar a comunicação não só fora das empresas, mas dentro também.

Antes, a comunicação era restrita somente à área em que se atuava. A interlocução era entre baias; hoje, a aceleração das tecnologias em rede, principalmente o fenômeno dos dispositivos móveis, permite aos usuários maior controle do fluxo comunicacional.

Em particular para as empresas, essas mudanças trouxeram a busca de mais e maior lucratividade com menor tempo, pelas interconexões eletrônicas, e a informação passou a ser, para algumas empresas, o ativo importante em seus balanços anuais.

No dia a dia, a informação em rede facilitou a tomada de decisão, e o planejamento ao longo da cadeia de suprimentos tornou-se um recurso básico e essencial para a gestão da sociabilidade humana, um canal de compartilhamento de ideias, pensamentos e experiências.

 

 

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