Tecnologia da Informação: um ativo intangível

Autora: Karen Reis

Extraído do Artigo: Cibernegócios (2009)

A sociedade contemporânea é uma sociedade globalizada, centrada no uso e na aplicação da informação, cuja base material está sendo alterada aceleradamente por uma revolução tecnológica concentrada na Tecnologia da Informação (TI) e em meio a profundas mudanças nas relações sociais, nos sistemas políticos e nos sistemas de valores.

Nunca se ouviu tanto falar em TI como na atualidade, tudo é sintetizado a ela. Se der certo, boa parcela do sucesso deve-se a TI, caso der errado, boa parcela do fracasso deve-se a TI. Quem não passou por isso ou soube de algum caso como esse?

Uma coisa é certa, a dose de sucesso ou fracasso deve-se sim a Governança de TI e Compliance. A Governança pode ser entendida como Gestão de TI, normalmente é utilizada por gestores de tecnologia que gerenciam, controlam e utilizam a tecnologia, de modo a criar valor não só operacional mas também alinhar a objetivos de estratégia competitiva.

Para STONER e FREEMAN (1999:141), a estratégia pode ser definida como um amplo programa para se definir e alcançar as metas de uma organização e mensurar as resposta dessa organização no seu ambiente através do tempo. Esse ambiente organizacional pode ser afetado pela dinâmica do mercado e pelas evoluções tecnológicas e sociais.

MORGAN (1998) classifica as organizações como “sistemas vivos” que nascem, crescem, desenvolvem-se, declinam e morrem. Esses sistemas interagem com o ambiente, promovendo mudanças a fim de melhor adaptar-se a ele..

Desde o início do século XXI, a TI deixou de ser uma área estritamente técnica. Foi-se o tempo em que o gestor da área de TI participava de uma reunião para recomendar hardware, software ou adequações de Six Sigma.

Agora, a TI, quando bem usada em uma empresa, torna-se um ativo intangível. É estratégica e essencial para a competição em um mercado totalmente globalizado e desterritorializado, ou seja, sem fronteiras e com várias línguas e moedas mercadológicas. O risco evidente é o do não alinhamento da TI com a estratégia global do negócio.

Toda essa mudança de atitude e percepção da TI vem sendo naturalmente ampliada ao longo do tempo. A tecnologia é uma extensão de nossas habilidades desde a era primata. O homem primitivo utilizava do arco e flecha para caça e registrava seus feitos nas cavernas por meio de signos. Nesse breve prólogo já percebemos a tecnologia da informação e comunicação (TICs).

Há quase um consenso entre os especialistas de tecnologia a respeito de TI: mais que saber profundamente de infraestrutura, os gestores da área de TI necessariamente precisarão dominar a arte de agregar novos aplicativos a estrutura existente. Adequar processos à conformidade legal é muito mais importante do que dominar uma linguagem de programação específica; ser generalista faz a diferença em tempos de competição desenfreada, porém não se pode deixar de gostar de executar e gerenciar. Os gestores de TI precisam valorizar isso a qualquer custo.

No início deste século, ocorreram muitas mudanças em várias esferas. Conforme WAGNER III E HOLLENBECK (2004), mudança pode ser definida como “o ato de variar ou de alterar modos convencionais de pensamento ou comportamento”. Na área de TI, houve uma reformulação nos papéis de seus profissionais, podendo ser identificados a seguir:

⎫COO (Chief Operating Officer) é responsável por gestão de operações, controle e entrega de resultados operacionais.

⎫CIO (Chief Information Officer) é responsável por gestão de assuntos funcionais de TI, ou seja, Governança, processos, arquiteturas e softwares.

⎫CTO (Chief Technology Officer) é responsável pela infraestrutura, hardware, conectividade, segurança.

⎫CKO (Chief Knowledge Officer) é responsável pela gestão do conhecimento, mas ainda é pouco usual nas empresas. Essa função ainda é recente, nasceu com o uso das redes sociais, a web 2.0.

 

Não é difícil perceber que a TI interfere no ambiente das organizações: todas elas utilizam alguma tecnologia para executar suas operações, seja rudimentar ou sofisticada, tradicional ou moderna (ROBBINS, 2004:206). Auxiliam e aceleram de alguma forma o desenvolvimento do indivíduo e da empresa, propiciando o Conhecimento Aplicado, que por sua vez pode ser considerado um ativo intangível, assim como a marca, a inovação, o modelo de negócios, a Governança e a cultura corporativa.

Sobre a agregação de valor de TI ao negócio, SCHROEDER (2002:16) enfatiza em seu estudo: “A TI deve ser vista como uma prestadora de serviços de alta qualidade, colocando na mão de seus clientes internos (usuários de sua empresa) e externos (clientes, fornecedores e parceiros de sua empresa) informações que ‘agreguem valor’ tornando a cadeia mais competitiva.”

Uma tendência daqui para frente é o gerenciamento do conhecimento, mas como se faz isso? É possível? Se o conhecimento é a expressão de experiências individuais e coletivas, como mapear o conhecimento?

Até este ponto falamos a todo momento de mudanças, evoluções, transições… Não podemos esquecer no meio de toda essa jornada da TI sempre tivemos e de que estamos presenciando a jornada da internet, melhor, do ciberespaço. Gerenciar o conhecimento pode ser mais real do que imaginamos, mais próximo do que pensamos; toda ação que desempenhamos por meio da internet pode ser mapeada e acompanhada on-line, sem limites, fronteiras ou barreiras de idiomas para isso.

Se analisarmos atentamente e desprendidos de fatores pessoais, tudo o que se produz em uma empresa é da empresa. Você é remunerado por isso.

Entretanto, o gerenciamento do conhecimento parte da premissa de que todo conhecimento existente na empresa, ou seja, na cabeça das pessoas, na veia dos processos e no coração dos departamentos, pertence à empresa. Para que isso se torne factível, esse Conhecimento deve se tornar uma rotina, um processo, um modelo saindo da cabeça de um indivíduo e tornar-se utilizável e reutilizável por outras pessoas. (DOMENEGHETTI, MEIR, 2009:221)

Uma das poucas certezas que temos hoje em dia, no que diz respeito a reorganização, normatização e padronização de processos, é que estas serão feitas a partir do ciberespaço.

É nesse ponto que as Tecnologias, sejam elas da Informação ou da Inteligência, só têm a contribuir para a convergência e a mobilidade de várias aplicações e modelos como o SOA, virtualização, web services, web 2.0 e passam a compor uma espécie de arquitetura orientada ao conhecimento.

Com o ritmo acelerado e fugaz que empresas estão investindo em Tecnologias do Conhecimento, não demorará muito para que aplicações sejam desenvolvidas em instantes.

Esse fenômeno já acontece para delírio dos profissionais da Ciência da Computação, devido à evolução gradual e significativa das linguagens de programação, atualmente open source (código aberto), que ganha admiradores e facilita muito a entrega de demandas geradas pelas outras áreas da empresa, em especial, as áreas comerciais, de marketing e de produto.

Um dos motores para os desenvolvedores de aplicativos são os widgets. Um widget é um pequeno aplicativo que fornece funcionalidades específicas e que, normalmente, possui uma interface gráfica de fácil nível de interatividade. É considerado um oásis para os desenvolvedores, porque reúne diversos componentes de softwares distribuídos pela web que atendem uma determinada demanda, permitindo que esses profissionais priorizem a modelagem da aplicação, diminuindo consideravelmente o tempo de desenvolvimento.

Com isso, todo o fluxo informacional conduzido por sistemas de informação traz uma nova perspectiva – portabilidade informacional. Essa gama de conhecimento corporativo passa ser um ativo da empresa, e não mais um suporte à tomada de decisão.

A empresa passa a competir sem fronteiras e sem amarras para captar e disseminar conhecimento em toda sua cadeia de valor.

Um sistema de informação é um conjunto de processos e informações que se utilizam de recursos automatizados (ou não) que processam, armazenam e recuperam informações que são utilizadas por pessoas para se conduzirem em processos administrativos, de forma destacada os decisórios. GONÇALVES, JAMIL e TAVARES (2002:22)

Conforme JAMIL (2001), as organizações precisam de sistemas de informação que tenham capacidade de funcionar com controle e eficácia, que possam detectar com rapidez as emergências e nos dê a capacidade de tomar decisões rápidas.

Além disso, o sistema de informação deve permitir a uma organização perceber seu ambiente, detectar desafios e necessidades e riquezas de informação. Bom exemplo na área dos novos negócios “eletrônicos ou virtuais” são os portaise-Business, com base na internet, que por certo terão nos próximos anos uma representação garantida no motor da economia, em especial a economia móvel.

Vivemos na era pós-digital, da portabilidade, do chip, dos sistemas orientados a objeto, da consolidação da web 2.0 como ferramenta e instrumento de captação, integração e disseminação de conteúdos midiáticos que saltam de páginas em páginas hipertextuais, muita vezes acessadas por meio de dispositivos móveis.

Um dos muitos exemplos de setores que usufruem do potencial do ciberespaço é o setor aéreo. As companhias aéreas criaram o modelo low cost de negócios que integram vendas, reservas, programas de milhagem, agentes de viagens, entre outros, e até hoje são um exemplo do que significa o e-business.

Outro exemplo é o setor industrial, que desde a bolha da internet vem investindo em plataformas de negócios, também conhecidos e-Marketplaces. Os e-Marketplaces são espaços privados onde empresas estabelecem relações comerciais, ou seja, é uma plataforma de relacionamento, na cadeia de produtiva ou nos stakeholders.

Para DOMENEGHETTI, MEIR (2009:224), vivemos na economia das redes, na era do interligado, do interconectado, das trocas incessantes. Trocamos, a todo momento, informações, recursos, impressões, sensações, experiências, ideias, opiniões… Influenciamos e somos influenciados diuturnamente por nossos semelhantes. O fator relacionamento assume cada vez mais o peso da economia no equilíbrio das forças mercadológicas, uma vez que temos muito mais informações, acesso e, portanto, capacidade de formar opinião e ler realidades.

Todo esse oceano de informações merece uma conceituação teórica. Para SHANNON (1948), informação é sempre algo novo; se alguém lhe diz algo que já conhece, não há nenhuma transmissão de informação nesse diálogo. Dados ou fatos, para se transformarem informação, devem solucionar alguma incerteza. Enquanto os dados e os fatos ocupam a memória, a informação preenche o intelecto.

DIENER (1977) desenvolveu uma teoria dividindo a informação de sentido amplo em três categorias: (1) dados, (2) informação em sentido escrito e (3) conhecimento. Os dados se referem a fenômenos conceituais e, portanto, estão associados ao nível cognitivo de percepção.

MORINISHI (2005) cita algumas características da informação:

⎫informação pode ser substituída por outros recursos econômicos;

⎫informação é um bem intangível e por isso não pode ser destruída;

⎫informação se expande pelo uso, e em algumas situações é considerada como um bem público;

⎫informação pode ser condensada;

⎫informação tende a se propagar;

⎫informação pode ser transportada rapidamente e a baixo custo por meio de tecnologias de telecomunicação;

⎫informação é custosa para se produzir, mas barata para se reproduzir;

⎫avaliar informação é um problema paradoxal: para que a informação seja avaliada, pressupõe-se que ela já seja conhecida, pois para o desconhecido e não testado é impossível de se avaliar. No entanto, se a informação foi suficientemente compreendida para ter sua qualidade julgada, então o conhecimento já está em posse do comprador, que não precisará adquiri-lo;

⎫o intercâmbio de informação reduz a sua exclusividade: o receptor adquire um novo conhecimento (valor adicional).

A informação é recurso básico da nova economia. A economia das redes de informação – que antes ficavam confinadas em espaços físicos gelados e próximos de suas sedes, territórios restritos – agora são globais e totalmente desterritorializadas por conta da internet.

A nova onda de serviços desterritorializados são Cloud Computing ou computação em nuvem. O Cloud Computing é a opção de TI de muitas empresas. São um conjunto de serviços acessíveis pela internet que visam fornecer os mesmos serviços de um sistema operacional. Essa tecnologia consiste de compartilhar ferramentas computacionais pela interligação de sistemas cuja organização é semelhante às nuvens no céu, em vez de ter essas ferramentas localmente (mesmo nos servidores internos). O uso desse modelo (ambiente) é mais viável que o uso de unidades físicas.

Um problema originado dentro das corporações é o alto custo com TI. “As organizações de TI gastam hoje 80% de seu tempo com a manutenção de sistemas e não é seu objetivo de negócio manter dados e aplicativos em operação. É dinheiro jogado fora, o que é inaceitável nos dias de hoje”, defende Clifton Ashley, diretor do Google para a América Latina.

Dentro desse contexto, o PC será apenas um chip ligado à internet, a “grande nuvem” de computadores. Não há necessidade de instalação de programas, serviços e armazenamento de dados, mas apenas os dispositivos de entrada (teclado, mouse) e saída (monitor) para os usuários.

Em um sistema operacional disponível na internet, pode-se, a partir de qualquer computador, em qualquer lugar, ter acesso às informações, arquivos e programas em um sistema único, independente da plataforma (o requisito mínimo é um computador compatível com os recursos disponíveis na internet).

Uma arquitetura em nuvem é muito mais que apenas um conjunto (embora massivo) de computadores. Ela deve dispor de uma infraestrutura para gerenciamento, que inclua funções como aprovisionamento de recursos computacionais, equilíbrio dinâmico do workload e monitoração do desempenho.

Esse mercado 2.0, dinâmico e apto a novas interações, faz de cada nova interação um novo patamar, um novo nível de relações, que não são necessariamente sólidas e duradoras, mas têm interesses em comum em um determinado momento. Esse movimento mercadológico totalmente fluido, sem natureza sólida e estática, traz uma nova forma de ver comportamentos, primeiramente, não donos, somente atores.

O equilíbrio das forças deriva diretamente do poder de cada ator e do poder doa grupos (permanentes ou temporários) formados por esses atores que representam interesses diversos, modus vivendi e modus operandi. Por isso é tão dinâmico e tão mais potencialmente democrático. (DOMENEGHETTI, MEIR, 2009:225)

Este espetáculo pó-digital, onde nós, eu e você, atuamos ora como protagonista ora como coadjuvante ora como figurante, nos leva a participar de alguma forma direta ou indiretamente do momento real de transição, uma transição que não se limita somente a megabytes, gigabytes, terabytes, mas, sim, à humanidade, como sociedade realmente globalizada economicamente, com uma série de oportunidades, fraquezas e emergências imensuráveis.

Ultimamente, nunca tivemos tantos questionadores, opinadores e reclamões, entretanto nos falta atitude para executar e gerenciar nossas ações, sejam elas no âmbito pessoal ou no profissional. Talvez um dos grandes feitos do homem é acreditar e investir na ciência da tecnologia, na descoberta, nas reconsiderações, nas verdades e nos fatos.

Estes fatos são turbinados por essas novas tecnologias da informação, em especial, pelas novas tecnologias comunicacionais que surfam de rede em rede estabelecendo conexões, relações e tendências.

 

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